quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Secar as lágrimas

"O espírita chora escondido.
Depois, lava o rosto e vai atender a multidão sorrindo"
Chico Xavier

Que sábia constatação de nosso Mestre Chico Xavier.
Para quem desenvolve qualquer trabalho em uma casa espiritualista, sabe que é bem essa a verdade. Quantas vezes estamos com nossa carga, que por muitas vezes é pesada, difícil de carregar e quando chegamos em mais um dia de trabalho, nos revestimos de uma força descomunal que faz com que deixemos de lado todas as nossas coisas pessoais e façamos o nosso trabalho como se fossemos a mais abençoada das pessoas.
Isso por muitas vezes faz com que os outros que nos observam, julguem-nos pessoas de vida tranquila, sem problemas, talvez até julguem que devido ao nosso trabalho temos nossas facilidades. Que engano !!! Na maioria da vezes nosso fardo é muito mais pesado, pois estamos compensando tantos desvios cometidos em vidas passadas.
Porém o que temos é Disciplina, já tão pregada por Emanuel. Nossa disciplina permite que ao atravessar a porta de nosso templo, realmente como diz Chico, lavamos nosso rosto e atendemos sorrindo a todos os necessitados que vem pedir auxílio.
Duro? complicado? acho que não, eu diria que gratificante, pois quando termina o trabalho e vamos retomar a nossa vida, e pegar aqueles problemas para voltar com eles para casa, na maioria das vezes eles estão tão mais leves, tão mais fáceis de carregar, talvez pela desimportância que demos a eles neste período, talvez por que a dor do outro nos fez ver que temos algumas coisas para resolver e com certeza bem mais fáceis e sem tanta gravidade como pensávamos.
O que é certo é que com essa troca durante o atendimento, as pessoas que mais se beneficiam somos nós, pelo aprendizado, pelo desprendimento, pela evolução e até pelo retorno, pois quem caminha no caminho do amor e da caridade com certeza encontra o mesmo para si.

Bezerra de Menezes

DR. BEZERRA DE MENEZES




Adolfo Bezerra de Menezes nasceu na antiga Freguesia do Riacho do Sangue (hoje Jaguaretama), no Estado do Ceará, no dia 29 de agosto de 1831, desencarnando no Rio da Janeiro, no dia 11 de abril de 1900.
No ano de 1838 entrou para a escola pública da Vila do Frade, onde, em dez meses apenas, preparou-se, suficientemente, até onde dava os conhecimentos do professor que dirigia a primeira fase de sua educação. Muito cedo revelou a sua fulgurante inteligência, pois aos 11 anos de idade iniciava o curso de Humanidades e, aos 13 anos, conhecia tão bem o latim que ele próprio o ministrava aos seus companheiros, substituindo o professor da classe em seus impedimentos.
Seu pai era um homem relativamente abastado, porém, por efeito de seu bom coração, comprometeu sua fortuna, dando abonos em favor de parentes e amigos, que o procuravam, a fim de explorarem os seus sentimentos de caridade. Percebendo, então, que seus débitos igualavam seus haveres procurou os credores e lhes propôs entregar sua fazendas de criação e tudo o mais que fosse suficiente para integralizar a divida.
Os seus credores recusaram a proposta, dizendo-lhe que pagasse quando e como pudesse. O honrado cidadão insistiu, mas não conseguindo demover seus credores decidiu-se a tornar mero administrador do que fora a sua fortuna, retirando apenas o que fosse necessário para a manutenção de sua família, que passou da abundancia as privações.
Foi nessa fase que Adolfo Bezerra de Menezes, formulando os mais veementes votos de orientar-se pelo caráter integro de seu pai, e com minguada quantia que seus parentes lhe deram, partiu para o Rio de Janeiro, a fim de seguir a carreira que sua vocação lhe inspirava - a Medicina.
Ingressou em novembro de 1852 como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. Doutorou-se em 1856, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1858, concorreu a uma vaga de lente substituto da Seção de Cirurgia da Faculdade de Medicina. Nesse mesmo ano, o mestre Manuel Feliciano Pereira de Carvalho, então Cirurgião-Mor do Exercito, fê-lo nomear seu assistente, com o posto de Cirurgião-Tenente.
Eleito vereador municipal pelo Partido Liberal, em 1861, teve sua eleição impugnada pelo chefe conservador Haddock Lobo, sob a alegação de ser medico militar. Com o objetivo de servir o seu partido, que necessitava dele para ter maioria na Câmara, resolveu afastar-se do Exército. Em 1867, foi eleito Deputado Geral, tendo ainda figurado numa lista tríplice para uma carreira no Senado.
Quando político, levantaram-se contra ele, a exemplo do que sucede com todos os políticos honestos, rudes campanhas de injuria, cobrindo seu nome de impropérios entretanto, a prova da pureza de sua alma, deu-a, quando deliberou abandonar a vida publica e dedicar-se aos pobres, repartindo com os necessitados o pouco que possuía. Corria sempre ao casebre do pobre onde houvesse um mal a combater, levando ao aflito o conforto de sua palavra de bondade, o recurso da sua profissão de medico e o auxilio da sua bolsa minguada e generosa.
Afastado interinamente da atividade política, dedicou-se a empreendimentos empresariais criou a Companhia Estrada de Ferro Macae-Campos, na então província do Rio de Janeiro. Posteriormente, empenhou-se na construção da via férrea de Santo Antonio de Pádua, pretendendo leva-la ate o Rio Doce, desejo que não conseguiu realizar. Foi um dos diretores da Companhia Arquitetônica que, em 1872 abriu o Boulevard 28 de Setembro , no então bairro de Vila Isabel. Em 1875, foi presidente da Companhia Carril de São Cristóvão. Voltando a política, foi eleito vereador em 1876, exercendo o mandato ate 1880. Foi ainda presidente da Câmara e Deputado Geral pela Província do Rio de Janeiro, no ano de 1880.
Quando o Dr. Carlos Travassos empreendeu a tradução de O Livro dos Espíritos , de Allan Kardec, ofereceu um exemplar, com dedicatória, a Bezerra de Menezes. No dia 16 de agosto de 1886, um auditório com cerca de duas mil pessoas da melhor sociedade, que enchia o salão de honra da Velha Guarda, ouviu, em silencio, emocionado, atônito, a palavra de ouro do eminente político, do eminente medico, do eminente cidadão, do eminente católico, Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, que proclamava aos quatro ventos a sua adesão ao Espiritismo. Ela era um autentico religioso, no mais alto sentido. Sua pena foi, por isso, desde o primeiro artigo assinado, em janeiro de 1887, posta ao serviço do aspecto religioso do Espiritismo.
Demonstrada a sua capacidade literária no terreno filosófico, que pelas replicas, quer pelos estudos doutrinários, a Comissão de Propaganda da União Espírita do Brasil incumbiu Bezerra de Menezes de escrever, aos domingos, no O Paiz , tradicional órgão da imprensa brasileira, dirigido por Quintino Bocaiúva, uma serie de artigos sob o titulo O Espiritismo - Estudos Filosóficos . Os artigos de Max , pseudônimo de Bezerra de Menezes, marcaram a época de ouro da propaganda espírita no Brasil. Esses artigos foram publicados, ininterruptamente, de 1886 a 1893.
Bezerra de Menezes tinha o encargo de medico como verdadeiro sacerdócio por isso, dizia: Um medico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de escolher hora, nem de perguntar se e´ longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate a porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado, ou por ser alta noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro o que, sobretudo, pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem chora a porta que procure outro, esse não e´ medico, e´ negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura. Esse e´ um infeliz, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perdera nos vais-e-vens da vida.
No ano de 1883, reinava um ambiente francamente dispersivo no seio do Espiritismo no Brasil, e os que dirigiam os núcleos espíritas do Rio de Janeiro sentiam a necessidade de uma união mais estreita e indestrutível.
Os Centros Espíritas, onde se ministrava a Doutrina, trabalhavam de forma autônoma. Cada um deles exercia sua atividade em um determinado setor, despreocupado em conhecer as atividades dos demais. Esse estado de coisas levou-os a fundação da Federação Espírita Brasileira (FEB).
Nessa época, já existiam muitas sociedades espíritas, porem as únicas que mantinham a hegemonia eram quatro: a Acadêmica, a Fraternidade, a União espírita do Brasil e a Federação espírita Brasileira. Entretanto, logo surgiram entre elas rivalidades e discórdias. Sob os auspícios de Bezerra de Menezes, e acatando importantes instruções, dadas por Allan Kardec, através do médium Frederico Junior, foi fundado o famoso Centro espírita porem nem por isso deixava Bezerra de dar a sua cooperação a todas as outras instituições.
O entusiasmo dos espíritas logo se arrefeceu, e Bezerra de Menezes se viu desamparado dos seus companheiros, chegando a ser o único freqüentador do Centro. A cisão era profunda entre os espíritas que se dividiam em místicos e científicos .
Em 1893, a convulsão provocada no pais, pela revolta da armada, provocou o fechamento de todas as sociedades espíritas. No Natal do mesmo ano, Bezerra encerrava a serie de artigos que vinha publicando em O Paiz .
Em 1894, o ambiente demonstrou tendências de melhora e o nome de Bezerra foi lembrado como o único capaz de unificar a família espírita. O infatigável batalhador, com 63 anos de idade, assumiu a presidência da FEB, cargo que ocupou até 11 de abril de 1900, quando desencarnou, vítima de violento ataque de congestão cerebral.
Devido ao seu Espírito caridoso e prestativo, Bezerra de Menezes mereceu o cognome de O Médico dos Pobres .
Fonte: FEESP - Federação Espírita do Estado de S. Paulo.

domingo, 27 de setembro de 2009

Início da vida na Terra

Estávamos comentando, um dia desses, sobre o filme Missão Marte, mais especificamente sobre a parte do filme em que é mostrado como surgiu a vida no planeta Terra.(veja a cena aqui)
No filme é mostrada uma tragédia em Marte, que tem de ser evacuada e uma nave leva material genético marciano para a terra, nos primórdios dos tempos. Daí, segundo o filme, vem a grande explosão de vida no planeta.
Se tomarmos por base livros Kardecistas que falam sobre o tema, como Evolução em Dois Mundos, a história não é muito diferente. Só que ao invés de marcianos, temos os chamados Engenheiros Cósmicos, responsáveis por moldar a Terra e depois fazer as experiências com as primeiras formas de vida, buscando em seus testes os mecanismos que mais se adaptavam a vida em nossa orbe.
Daí surgiram os primeiros exemplares de reprodução, com as algas unicelulares, de sistema circulatório, etc... O objetivo final desses engenheiros era formar um corpo o mais adequado possível para, finalmente, receber o espírito como ser ciente de sua individualidade.

A volta do todo poderoso

Pessoas....
Estava vendo um filme hoje a tarde, e teve uma cena fantástica.
É de parar para pensar, sobre quando pedimos a Deus alguma coisa e como Ele nos responde. Temos o hábito de achar que as respostas vem de uma forma óbvia ou já prontinha, mastigadinha.
Olhem a cena do filme que está no link abaixo. Para quem ainda não viu o filme Morgan Freeman faz o papel de Deus.
Vamos pensar um pouco e tentar analisar nossas dificuldades, pelo jeito na maioria das vezes elas estão nos mostrando o caminho para aceitar e vivenciar o que tanto pedimos para nós mesmos.

http://www.youtube.com/watch?v=K_P9z4InzI
I

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Um dia no Labirinto




Tem dias que as coisas estão confusas.
Parece que nada anda, o trânsito, o serviço, as pessoas, a família, a nossa mente.
Somando a isso todas nossas preocupações, está armado o circo.
Entramos facilmente no inconsciente coletivo, nos misturamos a ele sem nos dar conta de que metade do que estamos passando não é nosso.
Tal qual num labirinto andamos de um lado para outro esbarrando em paredes imaginárias que atormentam nosso dia, não percebemos que o grande ser que nos persegue, não passa realmente de mitologia.
Não existe, foi inventado, acrescentado, aumentado...
Quando a luz no fim do labrinto se acende indicando uma saída, num lampejo de consciência que indica que estávamos desgastando energia sem ser preciso, já é tarde, já estamos desligando a luz da cabeceira para ter uma noite cansativa, agitada, sem conseguir se desligar do terrível dia que tivemos.
Se lá no início do dia tivéssemos parado, respirado, e começado o dia de novo teríamos um dia tranquilo, calmo, equilibrado com certeza teríamos visto muitas luzes como a luz do sol, a luz das pessoas, a luz interior que teria as respostas.
O labrinto que nos atormenta teria se tornado um jardim florido, um lugar bonito, com descobertas, com experiências.
As escolhas sempre são nossas, e a disciplina de se manter em equilíbrio para vislumbrar a realidade de nosso momento também
.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Dar um tempo a sí mesmo

Muito se fala sobre a necessidade de "darmos um tempo" a nós mesmos e muitas vezes pensamos que isso significa se isolar de tudo e todos o que, nem sempre, é a verdade.
Muitas vezes pode ser que "dar um tempo" signifique aproveitar mais a vida com as pessoas que nós amamos. É estar realmente presente, de corpo e alma, nas atividades familiares ou nos passeios com amigos. É aproveitar ao máximo um afago, um carinho, um bom papo. É relaxar e esquecer do cotidiano...
Quantas vezes, nos últimos dias, você falou as pessoas que você ama "EU TE AMO"??????
Quantas vezes retribuiu um carinho recebido?????

Pense nisso e viva mais a sua vida, mesmo "dando um tempo"...

Victor Hugo o Espírita


Victor Hugo (1802-1885), poeta, novelista e dramaturgo francês cujas volumosas obras constituíram para um grande impulso, possivelmente o maior dado por uma obra singular, ao romantismo da França.
Hugo nasceu em 26 de fevereiro de 1802, no Besançon, e foi educado com muitos tutores particulares e também em escolas privadas de Paris. Era um menino precoce, que com idade muita curta decidiu converter-se escritor. Em 1817, a Academia Francesa lhe premiou um poema, e, cinco anos mais tarde publicou seu primeiro volume de poemas, "Odes e poesias diversas", que fez muito sucesso. No prefácio de seu extenso drama histórico, Cromwell (1827), Hugo expõe uma chamada à liberação das restrições que impunham as tradições do classicismo. Esta chamada se converteu muito em breve no manifesto do romantismo. A censura recaiu sobre a segunda peça teatral de Hugo, Marion do Lorme (1829), apoiada na vida de uma cortesã francesa do século XVII. Isso aconteceu porque a obra era muito liberal. Hugo se ressarciu da censura em 25 de fevereiro de 1830, quando sua peça teatral em verso, Hernani, teve uma tumultuosa estréia que assegurou o êxito do romantismo. Hernani foi adaptada pelo compositor italiano Giuseppe Verdi, e deu como resultado sua ópera, Ernani (1844). O período 1829-1843 foi o mais produtivo da carreira de Victor Hugo. Sua grande novela histórica, Nossa Senhora de Paris (1831), um conto que se desenvolve em Paris, no século XV, fez-lhe famoso e lhe conduziu à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841. Em outra novela desta etapa, Claude Gueux (1834), condenou eloqüentemente os sistemas penal e social da França de seu tempo. Escreveu vários volumes de poesia líricas, que foi muito bem recebida. Entre elas se destacava: Orientais (1829), Folhas de outono (1831), Os cantos do crepúsculo (1835) e Vozes interiores (1837). Peças teatrais de grande êxito : O rei se diverte (1832), adaptado pelo Verdi em sua ópera Rigoletto (1851), o drama em prosa, Lucrecia Borgia (1833) e o melodrama Ruy Blas (1838). Em troca, sua obra, Os Burgraves (1843) foi um enorme fracasso.
Com o desgosto de Hugo pelo fracasso desta obra, nesse mesmo ano acontece a morte de sua irmã maior e do marido dela, ambos afogados. Afastou-se da poesia e se dedicou de um modo mais ativo à política. Ele, em sua juventude, tinha sido monárquico. Em 1845 foi renomado par da França pelo rei Luis Felipe, mas quando se produziu a revolução de 1848, Hugo já era republicano. Em 1851, depois do fracasso da revolta contra o presidente Luis Napoleão, mais tarde imperador com o nome do Napoleão III, Hugo teve que emigrar para a Bélgica. Em 1855 deu começo ao seu comprido exílio de quinze anos na ilha de Guernsey.
Durante estes anos, Hugo escreveu a feroz sátira, Napoleão o pequeno (1852), os poemas satíricos, Os castigos (1853), o livro de poemas líricos, As contemplações (1856) e o primeiro volume de seu poema épico, A lenda dos séculos (1859-1883). Em Guernsey completou sua mais extensa e famosa obra, Os miseráveis (1862), uma novela que descreve vividamente, ao tempo de condenação, a injustiça social da França do século XIX.
Hugo retornou a França depois da queda do Segundo Império, em 1870, e reatou sua carreira política. Foi eleito primeiro para a Assembléia Nacional, e mais tarde para o Senado. Entre as obras mais destacáveis de seus últimos quinze anos, se contam, O noventa e três (1874), uma novela sobre a Revolução Francesa; e A arte de ser avô (1877), conjunto de poemas líricos a respeito de sua vida familiar.
As obras do Víctor Hugo marcaram um decisivo marco no gosto poético e retórico das jovens gerações de escritores franceses, e ainda é considerado como um dos poetas mais importantes deste país. Depois de sua morte, na época de 22 de maio de 1885, em Paris, seu corpo permaneceu exposto sob o Arco do Triunfo, e foi deslocado, segundo seu desejo, em um mísero carro fúnebre, até o Panteão, onde foi enterrado junto a alguns dos mais célebres cidadãos franceses.
Reflexões de Victor Hugo
" Seja como os pássaros que,ao pousarem, um instante,sobre os ramos muito leves,sentem-nos ceder, mas cantam!Eles sabem que possuem asas ".
"O artista, retirando do universo as formas e as cores, com sua sensibilidade em sua arte, procura traduzir-nos as realidades invisíveis essenciais que estão presentes e que nossos olhos acostumados com as aparências, muitas vezes, não conseguem captar e admirar."
"Colocar formas e cores naquilo que sente, é sublime revelação de sua capacidade de enxergar o invisível aos olhos, portanto, o essencial. Um grande artista é um grande homem ... uma grande criança..."
"O Romantismo é o liberalismo em literatura";"A liberdade literária é filha da liberdade política";eis-nos libertos da velha forma social;e como não nos libertaríamos da velha forma poética?A um povo novo, uma nova arte".