quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Estou Indignada



Estava lendo um livro, um romance espírita, e me chamou a atenção a referência a várias empresas sendo citadas no meio do texto. Fiquei me questionando, aquelas marcas não estariam citadas de forma gratuita, no me entender é óbvio que há um merchandising por trás disto.
E ai então a pergunta maior..... Quem está recebendo ? a editora ? o médium ? sim porque o espírito é que não vai estar com uma conta aberta no além para receber estes valores.
Enviei um e-mail para a editora, e é claro que estou sem resposta.
Pôxa, que decepção ... gosto tanto de romances ....
Mas fiquei com a dúvida, se o texto é alterado para inserir a marca, ou se o espírito dita o texto fazendo esta referência, sinceramente..... questiono o valor do livro.
Bem se alguém quiser me ajudar e responder meus questionamentos, agradeço.
Estou um tanto indignada, já somos constantemente bombardeados com essa condição consumista e materialista, dai pego um livro de literatura dita edificante, e ..... lá vem bombardeio de novo. Acho que tem algo errado ai.....

Mas.... meu papel vai ser então não comprar mais livros desta editora ?? que pena ....

Mensagem


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Nosso Lar



Fui assistir ao filme O Nosso Lar, e confesso que esperava mais, não sei se motivada pela mídia, ou pela minha própria expectativa, mas achei um filme básico de divulgação da Doutrina. Aquele tipo de filme explicativo quando se quer colocar algo para a população em geral. Claro a produção de efeitos visuais não deixou nada a desejar, mas sai com a sensação de que ficou faltando algo.
Bem críticas cinematográficas a parte, me emocionei, chorei, e vi ali muita semelhança com tantos irmãos inconfomados que conhecemos das mesas de desobsessão.
Me identifiquei com o trabalho de ajuda, de caridade.
Os Samaritanos, ah os Samaritanos, benditos sejam esses irmãos desapegados de suas vidas trabalhando em prol dos necessitados. O recolhimento, o amor incondicional, a sabedoria, a luz.
O filme mostra com realidade a vida espiritual, e como falei, ficou muita coisa de fora, talvez, claro por que não daria tempo, talvez por que não entenderiam, mas talvez também para um começo esteja de bom tamanho. Pretensão a minha discutir isso.
Uma passagem do filme me chamou muito a atenção, o que na minha tradução ficou assim....
André Luis é questionado sobre quantos anos é preciso para desfazer um instante.
Sábio questionamento, quantos anos será preciso para desfazer uma bobagem de um instante, ou destruir uma construção de anos.
Quanta bobagem fazemos impulsionados pela nosso ego, amor ferido, sustentando nossas opiniões como se fossem únicas e certas.
Num minuto, num segundo magoamos, ferimos, afastamos pessoas amadas, queridas. Sustentando nosso modo de pensar, sempre certo e irredutível.
E depois ????
Como consertar? Como reconstruir??
Às vezes impossível.
Pensar, abaixar a cabeça, ser mais coerente, menos orgulhosa..
Como é difícil.
Olhando a colônia, tantas dores, tanta importância pessoal, não sou nada, não somos nada, além de alunos primários na escola da vida, que nos ensina em cada situação, em cada dor e por que não em cada alegria, um caminho novo de evolução.
Que eu saiba aproveitar todas as oportunidades que a vida me oferece e consiga ter o máximo de aproveitamento para não precisar repetir as mesmas experiências em busca de entendimento.

Voltei

Um dia desses me perguntaram, por que eu não estava mais postando mensagens.
E eu fiquei pensando no quanto a gente se envolve com tantas coisas desnecessárias e por isso acaba deixando prá lá tantas coisas mais produtivas.
Questionei, questionei a mim mesmo....
Não custa nada uma vez ou outra colocoar, um pensamento, uma dica, uma mensagem. Deixar de ficar navegando na internet atrás de notícias tão sem sentido e nada edificantes. ocupar meu tempo e minha mente com coisas mais positivas.
Então.....
Voltei....
Não sei se prá ficar, mas voltei por um tempo, para trazer meus pensamentos, minhas dúvidas, minhas experiências.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Comparando-nos com os outros

Reproduzindo e-mail recebido:
Comparando-nos com os outros
Em um mundo onde a competição toma conta das relações, os modelos são sempre superlativos. Precisamos ser os mais rápidos, desejamos ser os mais belos, lutamos para ser os mais fortes. Comparamo-nos o tempo inteiro, e parece que a perfeição está sempre no outro. No corpo da apresentadora de TV, na grande demonstração de afeto da esposa do vizinho, no grande emprego conseguido pelo ex-colega da faculdade, etc. O escritor e educador Rubem Alves vê na comparação um exercício dos olhos: Vejo-me - estou feliz. Vejo o outro. Vejo-me nos olhos do outro - ele tem mais do que eu. Vendo-me nos olhos dos outros eu me sinto humilhado. Tenho menos. Sou menos. O autor narra que ele mesmo só descobriu que era pobre quando deixou o interior de Minas para morar no Rio, e foi parar num colégio de cariocas ricos. Então, começou a se sentir diferente, falava com sotaque caipira, não pertencia ao mundo elegante dos colegas, e sentiu vergonha de sua pobreza. Até então, Rubem morava com uma família numa casa velha de pau-a-pique, numa fazenda emprestada. Diz ele: Eu sou muito ligado a esse passado, foi um período de grande pobreza, mas eu não sabia que era pobre. O sentimento da infelicidade nasce da comparação. Foi um momento de grande felicidade, um período sem dor. Só dor de dente, dor de espinho no pé.
* * * Baseados nisso tudo podemos questionar: Como não se comparar? Como viver sem referência alguma? Não seria possível, obviamente. A não ser que nos ilhássemos definitivamente - uma solução que traria uma centena de outras conseqüências negativas. Como lidar equilibradamente com tudo isso, então? Uma primeira idéia seria a de cuidar para que a competição não tome conta das relações, sejam elas afetivas, familiares ou profissionais. Se isso acontecer - e normalmente acontece - que tal transformar a competição em cooperação? Como? Percebendo que não estamos nas relações apenas para dar e receber, e sim para cooperar, construir um bem comum. Ver os outros como companheiros e não como adversários faz uma grande diferença. Uma segunda resolução seria buscar ver a vida do outro como ela realmente é, e não como julgamos que ela seja. Estamos num mundo de provas e expiações, onde os embates contra nossas imperfeições, ainda insistentes, são constantes. E essas pelejas não poupam ninguém. Todos temos conflitos, inseguranças, cometemos equívocos e sofremos as conseqüências do que plantamos. As leis maiores do Universo regem a vida de todos igualmente. Não há favorecidos nem desajudados por Deus. Ver a perfeição, a felicidade, apenas naquilo que não se tem ou no que os outros têm, é um tipo de comportamento que só gera insatisfação. * * * Allan Kardec em seu O evangelho segundo o Espiritismo trouxe um esclarecimento especial a respeito do homem de bem. Diz ele que o homem de bem é aquele que estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mais sobre Chico Xavier



Recebi esta matéria e respasso, achei interessante, retirando as opiniões bem pessoais do autor, o texto é bem recheado de informações.
Segue o link
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=09746